Notícias › 09/10/2017

Festa de São Francisco de Assis 2017 – A personalidade do milênio

O Tríduo de São Francisco deste ano iniciou-se com o pedido de paz na Caminhada Franciscana pela Paz, que aconteceu dia 01/10 ruas de Guaratinguetá, e o contato com toda a criação de Deus, pela Bênção dos animais, no Seminário Franciscano Frei Galvão. Seguidos pela missa de abertura do Tríduo cujo tema era Meu Deus e meu Tudo, presidida pelo Frei João Francisco, guardião da Fraternidade.  Durante a celebração Frei João levou a todos a rezar ao fazer a reflexão do evangelho de domingo e falar da relação de São Francisco com Deus.

No segundo dia do Tríduo, a missa do dia (02) presidida por Frei Claudino Dal’Mago, teve como tema São Francisco semeador da paz. E na homília Frei Claudino falou da paz em diferentes perspectivas, como o evangelho, as fontes franciscanas e reflexões mais recentes de frades franciscanos.

Por fim, no dia de São Francisco de Assis (04 de outubro) a Fraternidade foi até a unidade das Pedrinhas da Fazenda da Esperança para a missa presidida por Frei Cesar Külkamp, vigário Provincial. Onde ele falou da importância da festa de São Francisco, que foi considerado o homem mais importante do milênio, encerrado nos anos 2000. Da sua entrega ao seguimento do Cristo pobre e crucificado, afirmando que ele colocou a sua mão no arado e não olhou para traz. E que nos ensina a viver uma vida simples, a vencer o egoísmo que está dentro de nós e a ver Deus em todas as criaturas, como uma fraternidade universal.

Abaixo uma poesia inédita de Frei Walter Hugo de Almeida para São Francisco de Assis, recitada no recreio da fraternidade do dia 04 de outubro.

FRANCISCO, A FLOR E O COLIBRI

                      Frei Walter Hugo de Almeida

 Francisco, simples, cândida criaturinha,

Encantado, a irmãzinha flor colheu no bosque,

Contemplando-a, feliz, nas mãos, e o coração

Cantava, orante, ao Deus – Amor, todo Bondade.

 

De repente, veloz, e de leveza, lindo,

Um colibri sobrevoou, livre e fraterno,

Beijando a branca flor do Pobrezinho servo,

Que de alegria e gratidão se extasiava.

Nessa simbiose de homem e natureza,

Os três lembravam a beleza da inocência,

Daquele éden que perdemos e que sonhamos…

 

Somente um ser, onde gotas de sol destilam,

E os olhos cândidos, cristalinos, somente,

Traduzem a paz, confraternizam os seres.

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